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Peças que desafiaram ditadura após assassinato de Herzog terão leituras no MariAntonia

Leituras dramáticas têm participação de artistas, acadêmicos e do dramaturgo Mário Prata, autor de uma das peças; assassinato de Herzog completa 50 anos em outubro


AGENDA

Obras que foram encenadas durante a ditadura militar são interpretadas em Leituras Para Herzog, no MariAntonia. Os textos revelam a revolta e indignação da classe artística diante do assassinato de Vladimir Herzog, jornalista e ex-professor da ECA, e de outros crimes de violação de direitos humanos cometidos pelo regime militar no Brasil.

As leituras acontecem nos dias 3, 10 e 17 de outubro, às sextas-feiras, sempre às 18h. A série relembra, ainda, a Batalha da MariAntonia, violento confronto ocorrido em 2 e 3 de outubro de 1968, período pré-AI5,  entre estudantes da USP contrários à ditadura e estudantes do Mackenzie ligados ao Comando de Caça aos Comunistas (CCC).

Leituras para Herzog

Cartaz com fundo formado por uma página de jornal com escritos em preto pouco nítidos. No topo, aparece o logotipo da série, com a silhueta em preto de um homem escrevendo e o nome em letra cursiva, ao lado da indicação de primeiro dia em azul. No centro, há a foto em preto e branco de uma pessoa vestida de palhaça em um palco com cortinas. As informações de nome, convidados, data, horário, endereço, site e gratuidade estão dispostas em diferentes tamanhos de fonte, lembrando a diagramação de jornal.

Imagem: reprodução/CAC.

Cartaz com fundo formado por uma página de jornal com escritos em preto pouco nítidos. No topo, aparece o logotipo da série, com a silhueta de um homem escrevendo em preto e o nome em letra cursiva, acompanhado da indicação de segundo dia em azul. No centro, há uma foto em preto e branco de três pessoas: a do meio, de cabelos longos sentada, e as duas laterais em roupas formais, segurando objetos na altura do rosto. Nome, convidados, data, horário, endereço, site e gratuidade estão diagramadas como jornal

Imagem: reprodução/CAC.

Cartaz com fundo formado por uma página de jornal com escritos em preto  pouco nítidos. No topo, aparece o logotipo da série, com a silhueta de um homem escrevendo em preto e o nome em letra cursiva, acompanhado da indicação de terceiro dia em azul. No centro, há uma foto de três pessoas em um ambiente de escritório: uma mulher em roupas formais claras lendo papéis e dois homens mais informais a seu lado, acompanhando a leitura. Nome, convidados, data, horário, endereço, site e gratuidade como jornal.

Imagem: reprodução/CAC.

 

As leituras dramáticas de Patética e Ponto de Partida serão feitas por professores e ex-alunos do Departamento de Artes Cênicas (CAC). A peça Fábrica de Chocolate será lida pelo Núcleo de Obras de Riso e Amargura (Nora), de Campinas. As leituras serão acompanhadas por conversas que abordarão a memória de Vladimir Herzog, teatro engajado e a experiência de fazer teatro na ditadura. 

Além de artistas da ECA e do Nora, participam Lorrane Rodrigues, representante do Instituto Vladimir Herzog, o professor Sérgio de Carvalho, do CAC, Gustavo Assano, pesquisador do teatro de Gianfrancesco Guarnieri, ator e dramaturgo que criticava injustiças e desigualdades do Brasil, e Mário Prata, autor da peça Fábrica de Chocolate.

Para detalhes sobre a programação, acesse o site do Centro Universitário Maria Antonia.

A entrada é gratuita.

 

Serviço

Leituras para Herzog

Data: 3, 10 e 17 de outubro de 2025

Horário: 18h

Centro MariAntonia da USP – Edifício Joaquim Nabuco

Endereço: Rua Maria Antônia, 258, Vila Buarque, São Paulo, SP

Entrada gratuita

Classificação livre

 

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