ECA

Confira abaixo os professores eméritos da ECA, um título conferido a professores já aposentados e que atingiram alto grau de projeção no exercício de sua atividade acadêmica:

Virgílio Benjamin Noya Pinto (1997)

Com graduação e doutorado em História pela Universidade de São Paulo e especialização pela Collège-de-France, Virgílio Noya Pinto conquistou os títulos de livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP e professor titular da ECA, onde ministrou a disciplina de História da Comunicação. Neste eixo temático, também atuou como professor titular da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Publicou obras como História da comunicação (1970, Com-Arte/ECA-USP), O ouro brasileiro e o comércio anglo-português (1979, Editora Nacional) e Comunicação e Cultura Brasileira (1986, Editora Ática).

Como docente, formou 34 mestres e/ou doutores em Ciências da Comunicação, entre eles vários docentes que desempenharam papel relevante no desenvolvimento dos estudos comunicacionais no país.

Cândido Teobaldo de Souza Andrade (1999)

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da USP e pós-graduado em Ciências Sociais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Cândido Teobaldo de Souza Andrade foi um dos pioneiros na área de Relações Públicas no país.

Além de criar e conduzir cursos livres na área, foi um dos incentivadores da criação da Associação Brasileira de Relações Públicas e cuidou da redação e aprovação da Lei 5.377, a primeira legislação do mundo a regulamentar a atividade de Relações Públicas. Criou o curso de relações públicas na ECA, onde veio a se tornar o primeiro brasileiro a conquistar o título de doutor em Relações Públicas, em 1973.

Sua carreira é marcada pela publicação de uma vasta bibliografia relacionada à profissão, que inclui obras como Para entender relações públicas e Dicionário profissional de relações públicas e comunicação, e pela orientação e formação de dezenas de pesquisadores da área.

Faleceu em 7 de agosto de 2003, aos 84 anos. 

Clóvis Garcia (1999)

Professor do Departamento de Artes Cênicas.

Crítico teatral, ensaísta, cenógrafo, figurinista, ator e professor, Clóvis Garcia (1950-2012) esteve envolvido em diversas áreas do teatro desde a década de 1950, sendo reconhecido como pioneiro na crítica voltada ao teatro infantil.

Fundou o Grupo de Teatro Amador (GTA) e, posteriormente, da Federação Paulista de Amadores Teatrais, participando de diversas montagens como ator e cenógrafo. Escreveu para revistas como Teatro Brasileiro (da qual também foi um dos fundadores) e O Cruzeiro, além dos jornais Folha de São Paulo e Jornal da Tarde, nos quais se dedicou ao teatro infantil.

Sua obra também inclui ensaios e artigos, presentes em livros e publicações nacionais e internacionais. Em 1969, passou a ministrar diversas disciplinas no bacharelado em Artes Cênicas da ECA, onde, em 1999, recebeu o título de professor emérito.

Sábato Magaldi (2000)

Professor do Departamento de Artes Cênicas.

Doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/USP) e ocupante da cadeira nº 24 da Academia Brasileira de Letras (que já foi ocupada, por exemplo, por Manuel Bandeira), o crítico teatral, professor e escritor Sábato Magaldi foi livre-docente de Teatro Brasileiro na ECA e professor de História do Teatro na Escola de Arte Dramática (EAD), a convite do próprio fundador da Escola, Alfredo Mesquita.

Desenvolveu sua tese de doutorado sobre o teatro de Oswald de Andrade e sua livre-docência sobre Nelson Rodrigues, de quem era amigo pessoal. Além disso, participou de assembleias e seminários de dramaturgia, dirigiu coleções teatrais, escreveu para publicações como O Estado de S. Paulo e o Diário Carioca e publicou 20 livros, dentre eles O texto no teatro, Panorama do teatro brasileiro e Depois do espetáculo.

Dentre os prêmios que recebeu, estão a Medalha de Ouro da Associação Paulista de Críticos Teatrais, o Prêmio Jabuti de Teatro e o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.

Faleceu em julho de 2016, aos 89 anos.

Acesse aqui o memorial completo.

Célia Berretini (2000)

Formada em Línguas Neolatinas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP (FFCL, atual FFLCH/USP) e em Assistência Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Especializou-se em Língua e Literatura Francesas e Língua e Literatura Espanholas, e conquistou o título de Doutora em Filologia pela Universidad Complutense de Madrid. Seu título foi posteriormente reconhecido pela Universidade de São Paulo, permitindo sua inscrição no concurso de Livre-Docência na ECA/USP, onde se tornou professora de Literatura Dramática.

Em 1971, incorporou o corpo docente da ECA/USP vinculada primeiro ao Departamento de Teatro e, posteriormente, ao Departamento de Biblioteconomia e Documentação.

Especialista nas obras de Cervantes, Molière, Racine e Ionesco, participa de conferências em universidades, colégios e entidades culturais do Brasil e do mundo, e recebeu comendas do governo francês pela notável obra no âmbito da língua e literatura francesas.

Osvaldo Sangiorgi (2000)

Professor do Departamento de Comunicações e Artes.

Professor de matemática e autor de livros didáticos da época do Movimento da Matemática Moderna no Brasil, Osvaldo Sangiorgi é membro da Academia de Letras de Campos do Jordão e já venceu o Prêmio Jabuti na categoria de “Ciências Exatas”, em 1964, pelo livro Matemática Curso Moderno.

Na ECA, deu uma de suas maiores contribuições ao misturar teorias de álgebra com teorias da informação e da comunicação. Em 1969, passou a ministrar na Escola as disciplinas de Teoria da Informação e Cibernética Pedagógica, além de fundar o Grupo de Cibernética e Pedagógica.

Acesse aqui o memorial completo.

Walter Zanini (2001)

Professor do Departamento de Artes Plásticas.

Crítico de arte, curador e historiador das artes visuais no país, Walter Zanini realizou graduação e doutorado em História da Arte pela Universidade de Paris VIII.

Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP à época de sua inauguração, onde permaneceu por 15 anos e foi responsável por sua estruturação, atuou de modo a incluir tecnologias multimídia em suas exposições, além de criar um ambiente de experimentação a jovens artistas em pleno regime militar. Foi, também, curador em duas Bienais de São Paulo, estabelecendo novos paradigmas para a distribuição de obras no espaço expositivo.

Desempenhou um importante papel na fundação do Departamento de Artes Plásticas da ECA, bem como na criação da pós-graduação em Artes, pioneira no país. Além de atuar como professor titular e chefe do departamento, Zanini ocupou o cargo de diretor da ECA entre 1985 e 1989.

Faleceu aos 87 anos, em 2013, em São Paulo.

George Olivier Toni (2001)

Professor do Departamento de Música

George Olivier Toni foi professor titular e um dos fundadores do Departamento de Música (CMU) da ECA. De 1947 a 1950, cursou Filosofia na então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP (FFCL), conciliando-o com seus estudos em fagote, piano, harmonia, regência, composição e teoria musical com profissionais como José Carboni, Osvaldo de Vicenzo e Camargo Guarnieri. 

Atuou como regente na Orquestra da Faculdade de Filosofia, que fundou em 1947, e como instrumentista e professor na Orquestra Sinfônica Municipal (OSM). É também membro fundador da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e, respectivamente nos anos de 1956 e 1968, criador da Orquestra de Câmara de São Paulo (OCSP) e da Orquestra Sinfônica Jovem do Município de São Paulo, nas quais também foi regente titular e diretor artístico. 

Toni, defensor da criação de um Instituto de Artes na USP, participou da comissão que estruturou o currículo do curso de Música e o CMU, que iniciou suas atividades em 1971. Foi chefe do departamento por mais de quinze anos e, vinculado a ele, criou a Orquestra Sinfônica da USP e a Orquestra de Câmara da ECA (OCAM), da qual foi regente titular. Recebeu, na década de 1980, a Medalha Couto Magalhães, por sua contribuição à cultura do país.

Dentre seus trabalhos, estão peças para instrumentos solistas, música orquestral, de câmara e vocal (coral e camerística), apresentadas e premiadas nacional e internacionalmente.

Morreu em 2017, aos noventa anos.

Jacó Guinsburg (2001)

Professor da Escola de Arte Dramática e do Departamento de Artes Cênicas.

Considerado um dos grandes teóricos do teatro brasileiro, o crítico e ensaísta Jacó Guinsburg começou sua carreira como professor de crítica teatral em 1964, na Escola de Arte Dramática (EAD), ingressando posteriormente –  em 1967 – no Departamento de Teatro (atual Departamento de Artes Cênicas) da ECA, na cadeira de estética teatral. 

Guinsburg escreveu sobre literatura brasileira e internacional na imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro, além de colaborar em revistas da comunidade judaica com artigos voltados à área de artes, literatura e crítica teatral. Teve entre seus principais objetos de estudo o teatro judeu, russo e o teatro do absurdo.

Fundou, em 1965, a Editora Perspectiva, que tem como principais temáticas o teatro e a cultura judaica. Grande parte de seu catálogo é dedicada a mestres como Stanislavski, Brecht, Pirandello e Beckett. Foi, também, tradutor e editor de mais de uma centena de importantes obras de estética, teoria e história do teatro.

Dentre as homenagens que recebeu por contribuições relevantes, estão a Medalha Anchieta da Câmara Municipal de São Paulo e o Prêmio do Mérito Intelectual Judeu do Congresso Judaico Latino-americano, além do título de professor emérito da ECA. 

José Marques de Melo (2001)

José Marques de Melo foi o primeiro doutor em jornalismo titulado por uma universidade brasileira, um dos fundadores da ECA e criador e primeiro chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE).

Começou a trabalhar como jornalista em 1959, aos 16 anos, integrando equipes de jornais como Gazeta de Alagoas e Jornal de Alagoas, além de, posteriormente, colaborar como articulista em jornais como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e Zero Hora. 

Obteve os títulos de bacharel em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco, e em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1964 e 1965, respectivamente. 

Na ECA, da qual foi um dos docentes fundadores, obteve seus títulos de doutor em Ciências da Comunicação, livre-docente, professor-adjunto e professor catedrático de Jornalismo. Participou da estruturação do curso de Jornalismo e dirigiu o Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da ECA por vários anos, atividade interrompida pelo regime militar, quando foi impedido de exercer a docência em universidades públicas brasileiras, acusado de produzir material didático subversivo. Reassumiu sua cátedra na ECA em 1979, ano em que foi promulgada a Lei da Anistia. Foi diretor da ECA entre os anos de 1989 e 1993, quando decidiu aposentar-se da instituição. 

Dentre as honrarias que recebeu por contribuições relevantes, estão o Prêmio Wayne Danielson de Ciências da Comunicação da Universidade do Texas (Austin, EUA); a Medalha Rui Barbosa, do Ministério da Cultura (Rio de Janeiro), e o título de professor emérito da ECA. 

Acesse aqui o memorial completo.

Fredric Michael Litto (2012)

Professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão

Graduado em Rádio e Televisão pela University of California (Los Angeles) e doutor em História do Teatro pela Indiana University, Fredric Michael Litto foi professor titular de Comunicações na ECA de 1971 a 2003. 

Com experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Comunicação Mediada por Computadores, Litto explorou novas formas de aprendizagem a partir de noções como telecomunicações e repositórios digitais, tornando-se, em 1995, fundador e presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância, cargo que ocupa até hoje. 

Na ECA, vinculou-se inicialmente ao Departamento de Teatro, passando depois pelo Departamento de Biblioteconomia e, por fim, estabelecendo-se no Departamento de Cinema, onde, em 1989, criou a Escola do Futuro, laboratório que tinha como objetivo estudar formas de se aplicar a internet e ferramentas multimídia na educação.

Vencedor de diversos prêmios Jabuti na área de Educação, com obras sobre educação à distância, e eleito o Educador Internacional do Ano em 2009, pela Associação Americana de Tecnologias Educacionais, Litto foi nomeado professor emérito da ECA em 2012. 

Jean-Claude Georges Rene Bernardet (2012)

Professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão (CTR)

Ensaísta, professor, ator, roteirista e diretor de cinema, Jean-Claude Bernardet foi um dos maiores nomes do ensino, da crítica e da pesquisa historiográfica do cinema brasileiro.
Escreveu para veículos com O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e Revista de Cinema, tendo como principais temas: política cinematográfica, cinema brasileiro e cinema europeu. 

Foi um dos fundadores do curso de cinema na Universidade de Brasília, junto a professores como Paulo Emílio Salles Gomes, Nelson Pereira dos Santos e Pompeu de Souza, em 1965. O curso foi interrompido no ano seguinte por conta da ditadura, e seus professores, dentre eles Bernardet, foram expulsos. 

Já em 1968, tornou-se professor de cinema na ECA, ministrando disciplinas em áreas como roteiro, dramaturgia audiovisual e história do cinema brasileiro. Dentre suas contribuições na Escola, está a criação do Núcleo de Dramaturgia Audiovisual (Nudrama), formado por professores, pesquisadores e profissionais do cinema e do teatro, que tinha como objetivo aprofundar os estudos em dramaturgia e integrar reflexão e produção, estabelecendo uma ponte entre academia e mercado. 

Aposentado da ECA desde 2004, Bernardet recebeu o título de professor emérito em 2012. 

José Eduardo Vendramini (2012)

Professor do Departamento de Artes Cênicas (CAC).

Nelly de Camargo (2012)

Professora do Departamento de Comunicações e Artes (CCA)

Graduada em Pedagogia e especialista em Filosofia e Psicologia pela Universidade de São Paulo, mestre em Education-Communication Technology Leadership pela Indiana University (EUA) e doutora em Ciências da Comunicação pela ECA, Nelly de Camargo foi uma das pioneiras na Escola a trabalhar a interface entre comunicação e educação. 

Ministrou a disciplina de Fundamentos Científicos da Comunicação na ECA nos anos de 1960 e 1970, quando a disciplina ainda era uma novidade no campo, e atuou como consultora da Unesco para assuntos de Comunicação no Brasil. Dedicou-se a pesquisas sobre tecnologia da informação, cultura e cidadania, formando dezenas de orientandos tanto na USP quanto na UNICAMP.

Recebeu diversos prêmios de reconhecimento por contribuições relevantes, tanto em universidades do exterior quanto na própria USP, recebendo o título de professora emérita em 2013.

Renata Pallottini (2012)

Professora do Departamento de Artes Cênicas (CAC)

Dramaturga, professora, ensaísta, tradutora, roteirista, poeta e autora de obras de literatura infantil e juvenil, Renata Pallottini graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo e em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), respectivamente nos anos de 1951 e 1953. Formou-se, em 1964, no curso de artes cênicas da Escola de Arte Dramática (EAD) e, em 1982, fez seu doutorado em Artes pela ECA, sob a orientação do professor e crítico Sábato Magaldi.

Além de escrever e produzir trabalhos para teatro e televisão, como Vila Sésamo e Malu Mulher, Pallottini era uma grande estudiosa da área, publicando livros como Introdução à dramaturgia e Dramaturgia: a construção do personagem. Como professora, lecionou tanto na EAD, da qual foi diretora na década de 1970, quanto no Departamento de Artes Cênicas (CAC).

Recebeu, em 2012, o título de professora emérita da ECA.

Acesse aqui o memorial completo.

José Teixeira Coelho Netto (2015)

Professor do Departamento de Informação e Cultura (CBD)

Com graduação em Direito pela Universidade de Guarulhos, mestrado em Ciências da Comunicação pela ECA, doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP e pós-doutorado pela University of Maryland (EUA), José Teixeira Coelho Netto é professor titular aposentado do Departamento de Informação e Cultura (CBD). 

Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP entre 1998 e 2002, além de curador coordenador do Museu de Arte de São Paulo (MASP), co-curador da Bienal de Curitiba de 2013 e curador-chefe da Bienal de Curitiba de 2015. 

Especialista em política cultural, é colaborador da Cátedra Unesco de Política Cultural da Universidad de Girona (Espanha) e consultor do Observatório de Política Cultural do Instituto Itaú Cultural. Além disso, publicou vasta bibliografia, que inclui livros sobre arte, cultura e obras de ficção. 

Pela sua significativa obra e trajetória intelectual, recebeu o título de professor emérito da ECA em 2015. 

Acesse aqui o memorial completo.

Ismail Noberto Xavier (2017)

Professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão (CTR)

Ismail Xavier desenvolveu estudos em áreas como teoria e história do cinema, cinema brasileiro e cinema moderno. Graduou-se em Engenharia pela Escola Politécnica e em Comunicação Social, com Habilitação em Cinema, pela ECA, onde teve aulas com professores como Jean-Claude Bernardet e Paulo Emílio Sales Gomes. Realizou mestrado e doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, e, como bolsista, doutorado em Cinema Studies, pela New York University. 

Ingressou como professor da ECA em 1971, no então Departamento de Cinema, Teatro, Rádio e Televisão (atualmente, Departamento de Cinema, Rádio e Televisão, CTR). Autor de livros como O discurso cinematográfico (1977), A experiência do cinema (1983) e O cinema brasileiro moderno (2001). Colaborou para a criação, em 2010, do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais; até então, mestrado e doutorado em audiovisual eram vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, tocado por um pequeno grupo de professores do CTR. 

Dentre as honrarias que recebeu pela contribuição na área, estão a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura (2012) e o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro da Academia Brasileira de Cinema (2012), além da nomeação como professor emérito da ECA, em 2017. 

Acesse aqui o memorial completo.

Sidinéia Gomes Freitas (2019)

Professora do Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo.

Sidinéia Gomes Freitas possui graduação em Relações Públicas e Propaganda (1971), mestrado (1980) e doutorado (1988) em Ciências da Comunicação pela ECA, este último sob o título de A comunicação social como instrumento do poder – as Coordenadorias de Comunicação Social da Nova Republica. Foi presidente do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas (CONFERP), sendo autora de vários livros nesta área.

A docente ingressou na ECA em 1972, como auxiliar de ensino voluntário, na disciplina de Pesquisa de Opinião e Mercadologia. Foi coordenadora do curso de Relações Públicas e chefe do CRP. Durante sua trajetória na Escola, foi orientadora de grande número de mestrandos e doutorandos, entre eles os pesquisadores Fábio França, Marlene Marchiori e João José de Azevedo Curvello.