Institucional



Intercâmbio: já pensou em fazer parte de sua graduação no exterior?

Conheça as oportunidades oferecidas e comece hoje a se preparar para garantir seus estudos internacionais 

Vida acadêmica

Um dos grandes diferenciais da USP é a quantidade de oportunidades de vivência acadêmica que a universidade proporciona. Uma dessas possibilidades é fazer um intercâmbio e cumprir parte do currículo de seu curso no exterior. Diversas vagas são disponibilizadas a cada semestre e você pode passar de seis meses a um ano em outro país, muitas vezes com o auxílio de uma bolsa. Quer saber como fazer isso?

A Comissão de Relações Internacionais da ECA (CRInt-ECA) oferece orientação e suporte para estudantes da ECA que desejam fazer intercâmbio, tanto com bolsa de estudos quanto sem. A seleção de intercambistas é feita por meio de editais, que podem ser abertos pela própria ECA ou pela Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani).

Apesar de não ser possível se candidatar no primeiro ano de graduação, o intercâmbio exige pesquisa e preparação no período que antecede a inscrição nos processos seletivos. Por exemplo, uma condição dos editais é ter média ponderada superior a sete. Outro ponto importante é o planejamento financeiro. Embora existam programas de bolsa para a realização de intercâmbio, a quantia representa apenas uma assistência para o estudante e não corresponde à totalidade dos gastos durante a estadia no exterior. 

Fotografia de objetos sobre uma mesa de madeira: um globo terrestre pequeno, sob ele há três notas de dinheiro, ao lado esquerdo um celular, uma caderneta e uma caneta e do lado direito um fone de ouvido de fio branco. Ao fundo há uma estrutura de concreto fora de foco, com grama e arbusto ao seu redor.
Foto: Artem Beliaikin/ Unsplash.

Vale ressaltar a importância do aprendizado da língua nativa do país-sede da universidade a ser frequentada, uma vez que, para a inscrição nos editais, é necessário ter certificado de proficiência na língua exigida em nível intermediário.

Uma das dicas de Thaise Desirree da Silva, responsável pela CRInt-ECA, é:  “Tente se envolver com a universidade, porque isso só vai contar pontos para você, seja para conseguir bolsas, seja para você conhecer melhor a universidade e explorar as possibilidades que ela oferece”. Um dos modos de fazer isso e de quebra ter uma experiência internacional é através do Programa USP iFriends, cujo intuito é conectar estudantes brasileiros a intercambistas que vêm para a USP.

 

O caminho e a vida no intercâmbio 

 Fotografia de uma pessoa apoiando um dos cotovelos sobre a grade de uma ponte às margens de um lago. Ela tem pele clara, cabelos claros e curtos e traja roupas pretas: camiseta regata, calça, tênis, casaco amarrado na cintura, gorro, bolsa. Há flores em uma jardineira presa à grade e, do outro lado do lago, há árvores e três casarões avermelhados.
Karina fez intercâmbio na cidade de Luneburgo, na Alemanha

Karina Tarasiuk, estudante de Jornalismo, fez intercâmbio em 2023 na Universidade de Leuphana, localizada na cidade de Luneburgo, na Alemanha, onde ficou por um ano. A aluna teve apoio e orientação da CRInt-ECA durante todo o processo de envio de documentação, mas relata que muito do esforço deve partir da estudante a fim de garantir os requisitos exigidos para o  intercâmbio

Karina avalia que os conteúdos aprendidos na universidade alemã contribuíram para a sua formação pessoal e profissional: “Eu consegui fazer matérias que não são exatamente da minha área de Jornalismo, porque eu estava no programa de Ciências e Estudos Culturais. Eu tive algumas matérias de Literatura e Filosofia Política que são coisas que eu gosto bastante e que eu não tinha na época, então eu sinto que isso me ajudou a ‘dar um extra’, eu diria, para o meu currículo acadêmico”. 

Karina explica que não teve bolsa de estudos e foi para o intercâmbio pensando em ficar apenas um semestre. Já na Alemanha, ela conseguiu um emprego de meio período como barista, o que permitiu que ela ficasse no país por mais um semestre. Apesar de ter sido a primeira vez que saiu do Brasil, Karina conta que se adaptou muito bem ao país, à cultura e às pessoas. 

 

"É uma vivência que você não consegue mensurar em quantidade. É uma vivência muito qualitativa. Eu consegui viajar para outros países, conhecer outras culturas, me abrir mais para as coisas. Então, eu sinto que foi um aprendizado que foi muito além do acadêmico."

Karina Tarasiuk, estudante de Jornalismo

 

Comece agora a se preparar

Para conferir todas as informações, os critérios e as dicas do processo de intercâmbio, dê uma olhada na seção Como se candidatar no site da ECA e acesse os materiais de apoio disponibilizados pela CRInt, como a planilha de gastos e os relatórios de estudantes que já realizaram intercâmbio

Não deixe de conferir também a playlist da CRInt no Youtube. Nela você encontrará mais detalhes a respeito da preparação para o intercâmbio, os pré-requisitos e o processo seletivo.

 

 


Imagem de capa: Red John/ Unsplash.